E aqui estou eu para vos trazer mais uma review. Sei que há quem não seja muito fã mas também sei que existem pessoas interessadas, então aqui vai. Desta vez trago-vos o terceiro livro da coleção Bridgerton, lido em três dias também. Também me impressiono com a minha capacidade de devorar livros de trezentas páginas em tão poucos dias, mas garanto-vos que esta série é mesmo viciante. Eu, ao longo destas semanas de confinamento, tenho criado uma rotina de leitura e isso tem-me feito muito bem e incentivado a ler mais ainda. Este terceiro livro tem como protagonista o segundo filho dos Bridgerton, Benedict, e é, dos que li até agora, o mais clichê. A minha irmã já vai no sexto livro e diz também que é o mais clichê deles todos, já vos explico porquê. Mas é um clichê muito fofo e muito típico da altura. Uma ultima observação antes de fazer o resumo: Nunca pensei que os irmãos Bridgerton fossem tão… safados e perversos e românticos ao mesmo tempo, mas num bom sentido. Fiquei bastante surpreendida.
Este terceiro livro começa por descrever a infância de Sophia Maria Beckett, a filha bastarda de um conde. O conde nunca a reconheceu como sua filha, apenas como sua protegida, desde os sete anos de idade, mas bastava olhar para cada um deles para se reconhecerem as parecenças físicas. Entretanto o conde casou e a sua mulher e as duas filhas dela mudaram-se para casa dele. E a partir daqui é a conhecida história da gata borralheira, daí eu considerar a história um pouco clichê. A madrasta não gostava dela e, depois da morte do conde, deixou-a ficar em sua casa e trabalhar como criada (ou melhor, escrava, porque ela não recebia nada pelo seu trabalho). Isto aconteceu porque, no seu testamento, o conde deixou à mulher, Araminta, uma quantia anual que triplicaria se ela continuasse a deixar Sophie ficar lá em casa. Até que, uns meses depois, os Bridgerton organizaram um baile de máscaras ao qual Araminta e as filhas foram. Sophie, com a ajuda dos restantes criados, também foi, com a condição de regressar à meia noite, sem a madrasta saber. Foi nesse baile que conheceu Benedict e se apaixonou por ele. Como ela estava mascarada, a madrasta não a reconheceu e ela conseguiu dançar com o segundo herdeiro Bridgerton e imediatamente soube que estava apaixonado por ele. À meia noite, ela foi-se embora e ele ficou sem saber o que fazer, nem sabia a identidade daquela jovem por quem se havia apaixonado à primeira vista. Dois anos depois, Sophie e Benedict ainda viviam constantemente a pensar um no outro e, depois de Araminta expulsar Sophie de casa, sem lhe dar dinheiro nenhum, os seus caminhos voltaram a cruzar-se e ele deu-lhe trabalho na casa da sua mãe. Sophie adiou até ao último instante revelar a sua identidade, e quando o fez, Benedict ficou revoltado e afastou-se. Mas o amor acabou por falar mais alto e, no final, depois de passarem por muitos obstáculos juntos, eles casaram e tiveram filhos.
Agora em relação à minha opinião. Embora a história tenha uma grande parte de clichê, eu gostei bastante de a ler porque achei que a autora conseguiu dar a volta e torna-la mais interessante e mais leve. Nos três livros que li até agora, gostei bastante que a autora desse a conhecer o lado mais íntimo, mais engraçado e também mais romântico das personagens. Embora as histórias remetam para a realidade do século XIX, sinto que há muitas parecenças com a atualidade em determinadas situações. Eu, que não sou muito fã de romances históricos, tenho de admitir que estou rendida a esta autora e a estes livros, porque há qualquer coisa de muito bom neles!
Bem, acho que vou ficar por aqui. Espero que tenham gostado desta e das outras reviews, estou a tentar não dar muitos spoilers e a ser o mais breve possível nos resumos, mas há realmente partes que não fazem sentido ser excluídas. Até breve, fiquem bem.
Um beijo.

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