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Mensagens

A mostrar mensagens de 2026

Stand by

A vida é feita de fases e de ciclos que se encerram para dar lugar a outros.      Há uns meses partilhei que estava a trabalhar numa livraria, hoje partilho que essa experiência chegou ao fim. Durante nove meses fui feliz. Fui genuinamente feliz, e só posso agradecer à minha (ex) patroa por me ter dado a oportunidade de iniciar a minha vida profissional naquele lugar. Um lugar que será sempre muito especial. No entanto, recebi uma proposta para trabalhar em outra empresa e realmente dar uso às competências que adquiri durante a licenciatura, e nem pensei duas vezes. Porque existem oportunidades que não surgem duas vezes na vida e existem decisões que têm de ser tomadas de imediato para que possamos crescer enquanto pessoas e enquanto profissionais.       A vida acontece sem darmos conta e há coisas que fogem claramente dos nossos planos e do nosso controlo. Se estava nos meus planos mudar de emprego este ano? Sim, mas não para já. Até porque nós sabemo...

A minha experiência com o Kobo

Já queria ter publicado este texto há mais tempo, mas achei que faria mais sentido partilhar numa data mais simbólica. Não sei ao certo em que dia, mas este mês faz um ano que eu recebi e comecei a utilizar o meu kobo. Quem me conhece sabe que eu sempre fui muito cética em relação a ler livros em formato digital, porque sempre fui muito fiel ao papel. Para mim, não há melhor cheiro do que o cheiro de livros novos, nem melhor sensação do que folhear as páginas de um livro. Mas a verdade é que mordi a minha própria língua. Já vários amigos e conhecidos me tinham falado da praticidade do kobo e em como ele revoluciona a nossa vida; antes de realmente ter um, não acreditava.  Mas, de facto, o kobo é muito revolucionário na medida em que é pequeno, prático, tem uma bateria que dura imenso tempo e a luminosidade adapta-se consoante o ambiente em que estamos, sem ser prejudicial à nossa visão. Torna-se, por isso, muito confortável para quem gosta ou quer ler à noite, antes de dormir....

I am (not) feeling 22

Hoje, dia seis de janeiro de dois mil e vinte seis, faço vinte e dois anos.  E a primeira coisa que me passa pela cabeça quando penso na idade que faço é: que horror! O tempo está a passar absurdamente rápido e parece-me uma idade demasiado "séria". Porque, tal como diz o título deste texto, não me sinto com 22 anos*. Mas talvez não me sentir com 22 anos não seja rejeitar a idade, mas aprender a lidar com ela à minha maneira. De repente já sou adulta, já trabalho, já ganho o meu próprio dinheiro, já desconto para a segurança social e as crianças e adolescentes já me tratam por senhora! Se, aos catorze anos, me tivessem dito que a minha vida ia dar tantas voltas, eu não acreditava. Sinto que sou sempre ligeiramente repetitiva nos textos que publico sobre o meu aniversário, ou até sobre o fim de ano, mas não é propositado. De facto, tenho sentido o tempo a passar demasiado depressa. O tempo passa por entre os meus dedos e às vezes nem sei o que fazer com ele; por vezes até pare...