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A minha experiência com o Kobo

Já queria ter publicado este texto há mais tempo, mas achei que faria mais sentido partilhar numa data mais simbólica.

Não sei ao certo em que dia, mas este mês faz um ano que eu recebi e comecei a utilizar o meu kobo. Quem me conhece sabe que eu sempre fui muito cética em relação a ler livros em formato digital, porque sempre fui muito fiel ao papel. Para mim, não há melhor cheiro do que o cheiro de livros novos, nem melhor sensação do que folhear as páginas de um livro. Mas a verdade é que mordi a minha própria língua. Já vários amigos e conhecidos me tinham falado da praticidade do kobo e em como ele revoluciona a nossa vida; antes de realmente ter um, não acreditava. 

Mas, de facto, o kobo é muito revolucionário na medida em que é pequeno, prático, tem uma bateria que dura imenso tempo e a luminosidade adapta-se consoante o ambiente em que estamos, sem ser prejudicial à nossa visão. Torna-se, por isso, muito confortável para quem gosta ou quer ler à noite, antes de dormir. 

O meu kobo é o Clara Black and White, na cor preta e tem 16 Gb, ou seja, tem capacidade para mais de 100 livros! O que é fantástico! Relativamente à questão da leitura em si, é possível ajustarmos o tamanho de letra e o tipo de fonte, é possível sublinhar e encontrar o significado de alguma palavra que desconheçamos. Eu tenho a a subscrição do kobo plus ativa, ou seja, pago cerca de 8€ por mês e tenho acesso a vários livros que posso descarregar e ler no kobo.  

Até ao momento já li cerca de 40 livros no kobo. 

Antes de terminar este texto, quero deixar claro que continuo a ler livros físicos mesmo tendo o kobo! Há coleções que quero muito terminar e que, para mim, não faz sentido ler em formato digital. Continuo com a mesma opinião relativamente ao sentimento de folhear um livro em papel, sobretudo agora que trabalho numa livraria!

Um beijo e até breve! 

- Carina Subtil 




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