Este texto não estava, de todo, planeado, mas depois de ler o livro "Amor Cruel" não me restou outra saída. Este artigo terá três partes, e em cada parte vou fazer uma breve review de dois livros de Colleen Hoover. Nesta primeira parte. vou fazer sobre o livro "Amor Cruel", que me destruiu completamente, e sobre o livro "Verity". Sei que existem muitas pessoas que não gostam de reviews (até porque também não é o objetivo principal do meu blog), por isso, convido a ler quem realmente estiver interessado.
O "Amor Cruel" entrou na minha vida por mero acaso e foi como uma bomba que fez o meu coração ficar sobressaltado e a minha mente ficou completamente destroçada e a tentar assimilar a história antes de começar um livro novo. O "Amor Cruel" foi o primeiro livro da Colleen que li e foi uma agradável surpresa. Nunca tinha lido nada da autora mas sabia da sua fama porque sigo muitas páginas de instagram dedicados à leitura e já tinha uma noção do impacto dos seus livros. Mas o "Amor Cruel" foi o primeiro e deixou-me a tremer, a chorar, sem palavras. A história, à primeira vista, pode parecer uma história "banal" e com um final óbvio, mas tudo muda quando vocês começam a ler e dão de caras com a primeira frase. Percebi logo que ia ser impactante, previ logo que a autora me ia matar do coração com a sua forma de escrever. Porque esse é o segredo, a forma de escrever dos autores é a primeira coisa que cativa alguém a ler. Se um autor tiver uma forma de escrever mais leve e fluida é certo que vai cativar mais pessoas. A Colleen Hoover é uma autora extraordinária que escreve de uma forma extraordinária e transforma o livro numa obra prima aterradora. O "Amor Cruel" é uma obra prima aterradora que me deixou encantada, destruída e que me fez perceber que o amor também tem o seu lado cruel. Está esgotado em todo o lado, mas eu consegui ler. Quando voltar a estar disponível, não o podem perder. Vou deixar aqui em baixo a sinopse e depois vou falar de mais um livro dela.Sinopse: Amor Cruel
Tate é enfermeira e muda-se para São Francisco, para casa do irmão Corbin, para estudar e trabalhar. Miles é piloto-aviador e mora no mesmo prédio de Corbin. Depois de se conhecerem de forma atribulada, Tate e Miles acabam por se aproximar e dar início a uma relação exclusivamente física. Para que esta relação exista, Miles impõe a Tate duas regras:
«Não faças perguntas sobre o meu passado. Não esperes um futuro.»
Tate aceita o desafio de manter uma relação distante, sem nenhum compromisso, nem sequer o da amizade. A relação alimenta-se assim da atração mútua entre os dois.
Miles nunca fala de si nem do seu passado, e comporta-se perante Tate de acordo com as regras que ele definiu. Será Miles capaz de desvendar o que se esconde por detrás desta necessidade tão grande de se distanciar emocionalmente dos outros?
E poderá algo tão cruel transformar-se numa relação bonita e duradoura?
«Não faças perguntas sobre o meu passado. Não esperes um futuro.»
Tate aceita o desafio de manter uma relação distante, sem nenhum compromisso, nem sequer o da amizade. A relação alimenta-se assim da atração mútua entre os dois.
Miles nunca fala de si nem do seu passado, e comporta-se perante Tate de acordo com as regras que ele definiu. Será Miles capaz de desvendar o que se esconde por detrás desta necessidade tão grande de se distanciar emocionalmente dos outros?
E poderá algo tão cruel transformar-se numa relação bonita e duradoura?
Depois de ler o "Amor Cruel" tive de fazer uma pausa para assimilar a história e li um livro mais leve que me desse forças para voltar ao ataque. Não posso dizer que tenha resultado, porque continuo com o livro na cabeça, mas mesmo assim, decidi que era altura de voltar à autora e então li o livro "Verity". Percebi logo que a autora gostava muito de começar as suas obras com frases e momentos duros e inesperados, isto porque fiquei logo com os olhos arregalados. O "Verity" foi... preocupante. Os dois livros têm algumas semelhanças, mas abordam temas totalmente diferentes. Foi, mais uma vez, um livro muito leve de se ler e com um uma história muito complexa. Não me tocou tanto como o "Amor Cruel" mas precisei de fazer algumas paragens para respirar e assimilar o que estava a ler. Fala também sobre amor, uma forma muito estranha de amar. O livro tem um final aberto com duas versões, cada pessoa escolhe em qual versão acredita. Eu, sinceramente, acredito na versão mais óbvia. A Verity é uma pessoa claramente perturbada e que vos vai deixar perturbados também. Se tiverem oportunidade leiam estes dois livros, não se vão arrepender! Deixo-vos a sinopse a seguir, até ao próximo texto! Um beijo!
Sinopse: Verity
Lowen Ashleigh é uma escritora que se debate com grandes dificuldades financeiras, até que aceita uma oferta de trabalho irrecusável: terminar os três últimos volumes da série de sucesso de Verity Crawford, uma autora de renome que ficou incapacitada depois de um terrível acidente.
Para poder entrar na cabeça de Verity e estudar as anotações e ideias reunidas ao longo de anos de trabalho, Lowen aceita o convite de Jeremy Crawford, marido da autora, e muda-se temporariamente para a casa deles. Mas o que ela não esperava encontrar no caótico escritório de Verity era a autobiografia inacabada da autora. Ao lê-la, percebe que esta não se destinava a ser partilhada com ninguém. São páginas e páginas de confissões arrepiantes, incluindo as memórias de Verity relativas ao dia da morte da filha.
Lowen decide ocultar de Jeremy a existência do manuscrito, sabendo que o seu conteúdo destroçaria aquele pai, já em tão grande sofrimento. Mas, à medida que os sentimentos de Lowen por Jeremy se intensificam, ela apercebe-se de que talvez seja melhor ele ler as palavras escritas por Verity. Afinal de contas, por mais dedicado que Jeremy seja à sua mulher doente, uma verdade tão horrenda faria com que fosse impossível ele continuar a amá-la.

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