Avançar para o conteúdo principal

Twenty + One

Hoje é o meu aniversário. Hoje faço vinte e um anos.
Mais um ano de vida, mais uma janela de oportunidades que se abre.
Sendo muito sincera, eu, que sempre gostei de fazer anos e de comemorar o meu aniversário, não estava particularmente entusiasmada por este. Decidi passar a meia noite com os meus amigos e o resto do dia com a minha família. Não quis fazer grandes planos nem nenhuma festa porque, para além de ser mais uma despesa, não estava no mood para tal. No final de contas, é só mais um ano a juntar aos vinte que já carrego nas costas. Mas, é mais um ano em que eu agradeço por estar viva e por ter saúde, por ter as minhas pessoas vivas e com saúde, por estar a conseguir construir o meu caminho e a lutar pelos meus sonhos e objetivos, pessoais e profissionais.
Passaram seis dias desde que demos as boas vindas a 2025 mas, para mim, o ano novo só começa verdadeiramente agora. Gosto de fazer anos logo no início do ano por isso mesmo: para mim o ano só começa depois do meu aniversário. É um capítulo que se encerra para dar início a outro. Sou muito grata por tudo o que já consegui conquistar até agora e tenho a certeza de que os 21 me vão trazer muita coisa boa.
Este será o ano em que vou terminar a licenciatura e entrar no mercado de trabalho. Sei que já falei sobre isto muitas vezes a muitas pessoas mas, de facto, estou bastante ansiosa e feliz porque é o culminar de muitos anos de estudo, trabalho e dedicação. Não sei o que vai acontecer depois, mas vou receber de braços abertos tudo aquilo que vier. 

Termino este texto agradecendo a todos aqueles que se lembraram de mim neste dia tão especial!

Um beijo e até breve!

- Carina Subtil 





Comentários

Mensagens populares deste blogue

Acabei o Curso, e Agora?

 No passado mês de julho, terminei a minha licenciatura em Comunicação e Media pela Escola Superior de Educação e Ciências Sociais do Politécnico de Leiria. Desde então, enviei muitos currículos, seja para trabalhos na minha área ou não. Embora eu acredite que termos um diploma e um curso superior nos abre mais portas e oferece mais oportunidades a nível de carreira, também sei ser realista e reconhecer que nada nos garante que vamos ter emprego na nossa área de formação imediatamente depois de terminarmos o curso. Sei que o meu ponto de vista não é consensual, mas a verdade é que o dinheiro não cai do céu e é sempre bom ter um plano B quando o plano A não corre como esperamos. Porque, de qualquer forma, tenho de trabalhar. Também decidi não fazer mestrado exatamente por isso; porque quero ganhar experiência profissional e independência financeira. Não tenho medo de trabalhar nem vergonha de aprender coisas novas. Também não serei a primeira pessoa a trabalhar em algo que não é pro...

I am (not) feeling 22

Hoje, dia seis de janeiro de dois mil e vinte seis, faço vinte e dois anos.  E a primeira coisa que me passa pela cabeça quando penso na idade que faço é: que horror! O tempo está a passar absurdamente rápido e parece-me uma idade demasiado "séria". Porque, tal como diz o título deste texto, não me sinto com 22 anos*. Mas talvez não me sentir com 22 anos não seja rejeitar a idade, mas aprender a lidar com ela à minha maneira. De repente já sou adulta, já trabalho, já ganho o meu próprio dinheiro, já desconto para a segurança social e as crianças e adolescentes já me tratam por senhora! Se, aos catorze anos, me tivessem dito que a minha vida ia dar tantas voltas, eu não acreditava. Sinto que sou sempre ligeiramente repetitiva nos textos que publico sobre o meu aniversário, ou até sobre o fim de ano, mas não é propositado. De facto, tenho sentido o tempo a passar demasiado depressa. O tempo passa por entre os meus dedos e às vezes nem sei o que fazer com ele; por vezes até pare...

Desabafos de uma estudante universitária #9

 #9 O Estágio e o Fim da Licenciatura  "Linda Leiria, quero cantar-te. Sou estudante da terra distante, sempre vou amar-te." É com muito orgulho que chego ao fim desta etapa. Nos últimos três anos, dediquei-me exclusivamente ao meu curso e não me arrependo disso. Foram três anos de muito trabalho, muito empenho, muita ansiedade, muita dedicação, muitas dores de cabeça e também muitas noites mal dormidas. Creio que já aqui disse isto, mas sempre pensei que ir para a universidade era uma coisa que só acontecia aos outros, aos mais inteligentes, aos mais ricos, aos mais populares, aos que têm a certeza daquilo que querem fazer no futuro. Na minha cabeça, o ensino superior era um desfio tremendo e só os melhores podiam estar à altura. Mas eu estava enganada, porque consegui. Tenho muito orgulho em mim e naquilo que consegui. Mas não foi um percurso fácil. Comecei o primeiro ano com vontade de desistir, com vontade de me ir embora por me sentir demasiado deslocada, desamparada e s...