Tenho medo que não ultrapassemos isto.
Que não voltemos a abraçar aqueles que mais amamos e que por isso a saudade nos sufoque, nos deixe perdidos e sem vontade de continuar a lutar.
Bem sei que isto é para o bem de todos e que para tudo correr bem, todos temos de colaborar. Mas tenho medo. Tenho medo de não poder voltar à escola. Tenho medo de não voltar a ver as mesmas pessoas todos os dias. Tenho medo de não poder estar com os meus amigos outra vez, de não os poder abraçar, de não lhes poder dizer que a humanidade venceu esta batalha e que finalmente podemos estar juntos de novo.
Tenho medo de não conseguir acabar o décimo ano como deve de ser. Tenho medo que todo o meu esforço, que tudo aquilo que passei durante o período em que tive aulas, vá por água a baixo. Sei que neste momento eu não me devia estar a preocupar com isto, mas estou. Sei que o vírus e todas as consequências que a ele estão associadas são mais importantes do que os meus devaneios mas eu sentia que precisava de falar sobre isto. Todo este tempo em quarentena está a fazer-me refletir e acho que a muitas pessoas também. Há muita coisa em jogo neste momento. Há um vírus a arruinar a vida de muitas pessoas no mundo, mas para além disso, também está a fazer as pessoas parar para pensar e adotar hábitos de vida diferentes e mais seguros. Tudo isto está a ensinar-nos a valorizar, a amar mais.
O tempo cura tudo. O tempo ajuda. E com tempo e com fé, tudo vai passar. Vamos superar todos os nossos medos. Vamos sair desta situação mais fortes, mais confiantes e com mais vontade de viver. Vamos dar todos os abraços que ficaram por dar. Vamos ter mais conversas intermináveis com os nossos amigos. Vamos aprender a gostar das coisas mais simples. Vamos ter mais cuidado.
A vida é feita de fases, e esta é só mais uma fase menos boa. Que vai passar. Que nos vai fazer acreditar que não está tudo perdido. Que ainda há esperança.
Que ainda há amor.
Peço desculpa se este texto for mais um daqueles em que "estou sempre a bater na mesma tecla", mas é que, como sabem, isto é um assunto sobre o qual ouvimos todos os dias e por isso é impossível estar indiferente a tudo isto. Todos os dias ouvimos coisas novas e pensamos coisas novas sobre o assunto. E hoje foi isto que me veio à cabeça. São estas as minhas preocupações, medos e esperanças.
Que não voltemos a abraçar aqueles que mais amamos e que por isso a saudade nos sufoque, nos deixe perdidos e sem vontade de continuar a lutar.
Bem sei que isto é para o bem de todos e que para tudo correr bem, todos temos de colaborar. Mas tenho medo. Tenho medo de não poder voltar à escola. Tenho medo de não voltar a ver as mesmas pessoas todos os dias. Tenho medo de não poder estar com os meus amigos outra vez, de não os poder abraçar, de não lhes poder dizer que a humanidade venceu esta batalha e que finalmente podemos estar juntos de novo.
Tenho medo de não conseguir acabar o décimo ano como deve de ser. Tenho medo que todo o meu esforço, que tudo aquilo que passei durante o período em que tive aulas, vá por água a baixo. Sei que neste momento eu não me devia estar a preocupar com isto, mas estou. Sei que o vírus e todas as consequências que a ele estão associadas são mais importantes do que os meus devaneios mas eu sentia que precisava de falar sobre isto. Todo este tempo em quarentena está a fazer-me refletir e acho que a muitas pessoas também. Há muita coisa em jogo neste momento. Há um vírus a arruinar a vida de muitas pessoas no mundo, mas para além disso, também está a fazer as pessoas parar para pensar e adotar hábitos de vida diferentes e mais seguros. Tudo isto está a ensinar-nos a valorizar, a amar mais.
O tempo cura tudo. O tempo ajuda. E com tempo e com fé, tudo vai passar. Vamos superar todos os nossos medos. Vamos sair desta situação mais fortes, mais confiantes e com mais vontade de viver. Vamos dar todos os abraços que ficaram por dar. Vamos ter mais conversas intermináveis com os nossos amigos. Vamos aprender a gostar das coisas mais simples. Vamos ter mais cuidado.
A vida é feita de fases, e esta é só mais uma fase menos boa. Que vai passar. Que nos vai fazer acreditar que não está tudo perdido. Que ainda há esperança.
Que ainda há amor.
Peço desculpa se este texto for mais um daqueles em que "estou sempre a bater na mesma tecla", mas é que, como sabem, isto é um assunto sobre o qual ouvimos todos os dias e por isso é impossível estar indiferente a tudo isto. Todos os dias ouvimos coisas novas e pensamos coisas novas sobre o assunto. E hoje foi isto que me veio à cabeça. São estas as minhas preocupações, medos e esperanças.
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